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Como será a escola de elite da fundadora da Red Balloon

Das oito da manhã às três da tarde, apenas conversas em inglês poderão ser ouvidas na Escola Internacional de São Paulo – seja dentro ou fora da sala de aula. Os estudantes passarão parte de sua grade curricular em computadores, aprendendo a programar, ou em laboratórios de criatividade (os “fab labs”, conhecidos no mundo do empreendedorismo). Todo fim de bimestre, o aluno não chegará com um boletim, e sim com um livro mostrando sua evolução.

É assim que pretende funcionar o novo empreendimento de Raquel Lam, fundadora da tradicional rede de escolas de inglês Red Balloon: um colégio exclusivo, voltado para pais que querem formar “cidadãos internacionais” e, ao mesmo tempo, dotados de “inteligência emocional”. E muitos ensinamentos do negócio anterior de Raquel serão reproduzidos no novo empreendimento. 

Com previsão de abertura no começo de 2018, a Escola Internacional de São Paulo ocupará um prédio tombado na rua Albuquerque Lins, em Higienópolis (São Paulo), após um investimento de 50 milhões de reais. Do lado dos pais, quem quiser inscrever seu filho também terá de desembolsar bastante: a mensalidade varia de 5 mil a 5,5 mil reais.

O colégio fará coro a uma nova tendência de modelos de negócios: as escolas de elite. Elas cobram mensalidades mais caras do que a média, e alegam que tal preço se deve à reprodução de técnicas de ensino adotadas em escolas tidas como as mais modernas do mundo.

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